O corpo navalhado
capaz de gritar quando a
escuridão
é o ventre sentido do
cosmos e da
loucura alheia,
razão tem
o corpo que é quase vacuá
e
no difuso horário quando da
miséria,
já não toma conta dele, e
ele
inventa papagaios em
papel,
coloridos que
eles o são, e ele
vomita o vento,
o veneno
que amanhã,
tarde se faz,
e de nada lhe pertencer.
25/09
02:36
