É o mel os teus lábios,
na solidão do meu nome
Que nunca, tive, um nome
(Cesariny de Vasconcelos?)
E a noite caía sobre os
teus braços, das almas
Não aquelas que falam ou
que são
(consultem as tabelas dos
perfis metálicos), uma areia, sentia
O meu pé, que voava sobre
o sorriso, do sol
São os pássaros, meu amor
O desejo quando tudo,
tudo
Quase parecia, e sentia-o
Tudo perdido
São os pássaros, meu
amor, a solidão
Das noites, e dos dias,
das noites
Vadias, e perdidas, na
tua mão.
São, são os pássaros, o
meu amor
A melodia, do sono.
15/09
21:45