Ninguém sabia, o que o
dia lhe pedia
Porque o dia, era assim,
assim meio-tolo
Às vezes, sorria o dia
Às vezes, o dia, o dia
sofria
Às vezes, não tinha o
dia, o dia
Sem luz e sem alegria,
também, ele, o sabia
Que muito mais tarde, que
um dia
Que um dia, morria,
morria a poesia
E deixava de haver, dia.
10/09
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