Uma árvore, cai
sobre o tapete vermelho
da humilhação,
um pássaro de aflição
no sofrido calor, de
final de verão
é assassinado pela
esferográfica de uma mão,
o sangue que tanto o é,
que o teu nome, esqueci
e a árvore, a árvore
começa a encolher, a encolher
e zás, que se faz noite.
21/09
19:36