Do outro corpo, da
jangada ouvem-se outros mais
E muitos, corpos,
zangados
São soldados de luz, têm na
barriga quatro
Parafusos, de pressão
A São, então
Há quanto tempo, e agora,
não
Porque somos muitos corpos,
e as jangadas
Não sabem nada, nadar
Ao lume, o cigarro
envenenado
A cama desfeita, em
silêncio
Em outros
Corpos, doentes.
16/09
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