Vamos falar, do passado
o primeiro e velhinho
(novinho) zx spectrum 48k, da sinclair
antes, disso
outras tantas e mais
turvadas chuvas do verão sentindo o frio da primeira manhã, a minha
no primeiro inverno da
física masturbada pelo princípio da
incerteza de heisenberg, eu, incerto
a programação em basic,
depois, o ms-dos, o nascer da “merda”,
do windows, e …
e outras tantas MERDAS,
alguma, fumadas
que tantos eram nas
cubatas de mão dada, vinha a chuva, sem a culpa
e a filha que vivi,
no inferno,
de ser,
nada sendo,
de mãos livres, o átomo
abstracto e espião da noite, decide o Juiz, o escrivão, a guerra nuclear, e novamente
a chuva
e de pouca saliva, restou
no último silêncio
na quase, e de nada o
quase
provar que eles é que
sabiam, o voar
o cair da espada, sobre a
mesa
e no final, a sentença
Vamos falar, do passado.
06/08
23:07