Por ao quanto, eu sento
Me
E sinto-me, milhafre
ferido, placa em vidro
Limalha de aço, eu me
sinto
O poema odiado
Quando o abismo, é a
fotografia
De um mero, e sentido
As palavras são abacates no
meu pouco, sentido
Sentado na sombra embargada,
na voz de uma espada
Semeada, ela semeia
As nuvens coloridas da
maré, sentida
E perdida,
Na boca de uma
fotografia.
16/08
21:57