19 agosto 2026

Ao som da flauta, oiço o miar da lua

Ao som da flauta, oiço o miar

da lua,

ao vento, e ao relento

o desleixado do vento

 

Que enquanto se delícia com

o som da flauta,

que enquanto ouve o miar

do miau, vestido de chuva

 

Cresce na lezíria a charrua, veloz

mente,

velozmente, em fuga

em fogo, como o silêncio da rua.

 

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