Ao som da flauta, oiço o
miar
da lua,
ao vento, e ao relento
o desleixado do vento
Que enquanto se delícia com
o som da flauta,
que enquanto ouve o miar
do miau, vestido de chuva
Cresce na lezíria a
charrua, veloz
mente,
velozmente, em fuga
em fogo, como o silêncio
da rua.
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