O abraço esperado
O toque da morte
No silêncio dos teus olhos
Que dormem no aconchego da noite,
São as palavras
Que o livro recompensa
Na água gélida do húmido corpo
O teu,
E eu pertencia à espera do mar
Na solidão de uma fraga
Na montanha de um olhar
Quando a tua boca é quase uma sílaba,
E o beijar-te é impossível
Na canção madrugada
O abraço
É a fúria do eu.
31/07
19:06