Deito-me na divina vagina da noite
Deito-me e sinto a voz, a
tua voz quase esfinge
Quando o infinito é o
recomeçar e o acordar
De me sentar, e em te
olhar
E em vez de te amar, eu
preciso tanto de te odiar
E que me deito na divina
vagina da noite
Fugindo do feitiço do teu
olhar
E procurando o sorriso do
mar
04/06
17:29