04 junho 2026

Deito-me na divina vagina da noite

Deito-me e sinto a voz, a tua voz quase esfinge

Quando o infinito é o recomeçar e o acordar

De me sentar, e em te olhar

 

E em vez de te amar, eu preciso tanto de te odiar

E que me deito na divina vagina da noite

Fugindo do feitiço do teu olhar

E procurando o sorriso do mar

 

04/06
17:29