É o amar-te um rio sem
nome
São os teus seios o pão e
a fome
São os teus olhos o mar
São as tuas mãos a luz do
luar
É o amar-te um rio sem
nome
É o teu cabelo a fogueira
que consome
Cada lágrima do meu
chorar
E cada voz do meu sonhar
É o amar-te um rio sem
nome
Na colina ao longe e sem
apego de o ser
Quando o sono não dorme
Quando eu tanto te desejo
no teu viver
Que tanto eu não me canso
em te cansar eu te ter
No meu amar-te e no meu te
escrever.
31/05
01:44