inventávamos o sono
enquanto ardia a noite no teu nu corpo de cianeto
e toda a luz tinha sido
aprisionada por um negro buraco, tão mais escuro, que o negro da tela onde
redesenho o teu rosto, e cada pincelada é uma estrela que se apaga, é uma
estrela que parte
e leva na sua mão, o
silêncio de uma nuvem
05/03/2026, 19:09
Sem comentários:
Enviar um comentário