espero o autocarro da
carreira, nos carris invisíveis
que separam o negro, do
branco destino
nas profundezas de uma
alegria, sentindo
o vento menino
dizendo, e gritando
que a alegria de um
pássaro
pode ser a alergia do
poeta, ou na ausência dela
as drageias míseras de
que após o toque do sino
se ergue, e se transforma
em dia
e o autocarro da carreira
sempre atrasado, sempre sem rumo
galgando cada linha do
meu caderno
e que às vezes, parece o
inferno
perfume de um clique de
luz, depois de morrer
nos rochedos, o som do
luar
que há sempre mar, que há
sempre luz
que há sempre a vertigem
sobre o medo
dizendo, que não o
querendo
tem em si o segredo, tem
na mão a equação de Deus
26/02/2026, 21:59
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