Que deste lado do mar é o aresto atestado de uma mão para disfarçar o fogo que também é silêncio,
Que foi migalha de uma mágoa poisada sobre o corpo, quase gelo
Que ainda ontem era a primeira primavera que estava sentada na esquina do mar,
E que hoje é o dia na forja do olhar de uma manhã de sono, transversal, e imortal,
Quando dorme o corpo na despedida de uma raíz...
05/01/2926, 08:21
