as cores deitam-se sobre
a tela
rios de sono, ribeiras em
desalento, o passeio junto ao rio
que se envenena com o
silêncio do luar
que cada barco que em si
poisa, é uma maçã encarnada
semeada na tarde, na
tarde espada
que a mão toca, que a mão
lança
contra o vento, que
chora, e que balança
e a branca tela, minutos
após, se veste de janela
e de lá,
e de lá oiço o mar
28/01/2026, 14:07

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