uma criança sobe à
árvore, e levita
e agarra o ramo, quase
dia nos olhos da criança
que corre e que saltita
sorridente e com
esperança
um dia, essa criança,
começou a sonhar
sonhava ser barco,
sonhava ser como o vento
sempre a correr e a
saltar
e sempre, sempre sem
tempo
sem tempo, que um dia,
que um dia a criança deixou de sonhar
que um dia, o dia se
vestiu, de sempre ser dia
e lágrimas de chorar
uma criança, sobe à
árvore, e ao longe tinha o mar
e ao longe, que tanto o
era longe, que quando acordava a noite sentia
sentia as lágrimas também
do luar.
26/01/2026, 21:33

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