Já está pronto o rio em flor, da dor
O tambor
Que ainda também em dor, se fez doutor
Depois, pintor
E hoje é pedreiro anónimo, numa sociedade de narcóticos, também eles todos, anónimos
Como todos nós, anónimos narcóticos que em busca de um guarda-chuva, não é preciso comprar o fogo que eu vou esquecer-te para disfarçar o dia...
E escrever na sempre noite de uma veia em delírio, que já está pronto o rio em flor
E, da dor.
11/12/2025, 22:14
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