(ao ciúme, o lume está em promoção na boca do inferno)
A lareira, a luz água do mar não está em cima das unhas, mas as pétalas são palavras, e a minha mão, o jardim betão do lado direito e penal, e
O fogo que também é quase o dia que está pronto para disfarçar as infiltrações do meu coração,
Risos, são as palmeiras de chocolate que ainda ontem eram dois passageiros sem luar, sob a lua cheia, não sei
Onde se enfeitava a única sílaba do mundo, não sei quem
Rasgou a noite com a espada do meu silêncio, mas que
Mas que também não está em cima da morte,
A minha cabeça, e também não está a clarabóia do lado esquerdo da noite, a lareira, o lume ciúme, entre frestas ou o fogo é um pedaço de pão, não
Não,
E às vezes peço para disfarçar o dia de noite, e quando o dia não o quer,
A lareira é a luz água do mar.
11/12/2025, 21:56
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