Há sempre um rio que nos
afoga, há sempre um mar
Que nos leva
E nos transporta, para
fora
Há sempre uma janela, com
vidros partidos
De cortinados ao vento,
em sítios esquecidos
Há sempre vento no cabelo
da chuva, há sempre um silêncio
Que nos ajuda, e escuta
E nos empurra
Há sempre um livro em poesia,
há sempre uma mãe que nos lê, e que nos lia
Há sempre um pedacinho de
geada nos olhos do luar, há sempre
Sempre e sempre um mar,
um mar que nos leva
E um rio, há sempre um
rio que nos afoga.
26/12/2025, 03:55

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