25 novembro 2025

Que ainda ontem

Que ainda ontem éramos o silêncio da noite para o fogo que nos cantava a luz água do clitóris,

Que ainda ontem, o encarnado deserto do mar não era a única coisa do mundo que nos ensinava a lavrar o fogo,

E às palavras que ainda ontem te escrevia e que hoje são as pétalas em submarina profundeza de uma mágoa,

Esquecer-te eternamente na tarde lápide do teu nome.

Que ainda ontem éramos o silêncio do vento...


25/11/2025, 14:05


Sem comentários:

Enviar um comentário