Que ainda ontem éramos o silêncio da noite para o fogo que nos cantava a luz água do clitóris,
Que ainda ontem, o encarnado deserto do mar não era a única coisa do mundo que nos ensinava a lavrar o fogo,
E às palavras que ainda ontem te escrevia e que hoje são as pétalas em submarina profundeza de uma mágoa,
Esquecer-te eternamente na tarde lápide do teu nome.
Que ainda ontem éramos o silêncio do vento...
25/11/2025, 14:05
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