Versos ensonados, são os meus
Palavras travestidas de
espada, são lançadas pela minha mão
Nuvens que poisam nos
meus ombros, são de algodão
E todos os silêncios
Também o são
Rimas e não rimas,
coitados daqueles que choram
Aqueles que inventam a
morte, apenas
E nada mais do que isso
Versos ensonados, são os
meus versos
Que ninguém consegue
gostar
Ou comer
Depois, depois do jantar
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