São flores princesa o teu
cabelo inventado por uma estrela madrugada
São os teus olhos, são a
leveza do teu sorrir quase chuva, no vento sofrer e se a noite o quiser, talvez
eu o seja
O quê, meu amor silêncio,
meu amor… princesa.
O que queres que eu seja?
Página do livro que te
escrevo?
Noite, na noite que te
sonho?
O quê, meu amor silêncio,
meu amor…, o que queres que eu seja?
São algas o teu corpo meu
desejo em desenhar na tua pele o abraço, escrever nos teus lábios, o beijo
E poisar a tua mão no meu
peito.
São flores princesa, são
luas e são luares na brincadeira de uma criança, que salta
Que brinca, entre a
sombra de um plátano, e a loucura do poeta em te amar, sabendo, tendo a
certeza, que nunca te terá…
E que nunca, por ti, será
amado.
São flores princesa, meu
amor!
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