mais um dia sem janelas,
o dia
pérfido cansaço depois do
não sono
a árvore nua, o corpo
parece o silêncio de uma lágrima,
mais um dia, o dia do meu
sofrer,
despido na distância do
amanhecer, e depois da noite
e depois de a lua morrer,
um outro olhar
acorda e se veste de
tristeza,
e de nada eu o saber, se
continue a te amar
ou se comece a te
esquecer,
e se ao menos o vento me
levasse para o teu olhar, como se eu fosse um pássaro,
ou o sorriso do mar.
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