O poema é foda que geme
sem se vir
É a foice que alimenta a
púbis de uma vagina
O poema é o erguer do
pénis que às vezes não quer subir
E também é o poema a mão
da sina
Na sina da puta que pariu
O poema é foda que sabe
gemer
Os uivos de quem nunca
ouviu
Uma cabra a foder
O poema é malandrice
acanhada numa eira
O poema que fode quem
neste momento o está a ler
Porque hoje é tesão e promoções
só quarta-feira
O poema é foda que geme
sem se vir
E quando se vem não se
devia vindo ter
Porque o poema é foda que
geme sem se rir
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