O coito da desgraça, que
caiu em muita grande desgraça,
E com a deus nossa graça,
à janela minguada, a jangada
Que se afunda, e que sobe
à montanha estrelar de uma alvorada, tão só
E tão cansada
Da ensonada, a cálida
noite depois de um pedaço de silêncio, em convulsões desleais, poucas
Foram as palavras da
despedida
Foram, antes que a morte
os separe
E lhes dê o eterno
descanso em trapalhadas e outras misérias, me adianto e sento, em cima da pedra
que deus abandonou, antes mesmo de ir defecar, eu e ele
A olharmos o pôr-do-sol
da última tarde, sem mim, à janela
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