cidades em cor de uma
bandeira,
no éramos, fomos
invisíveis.
no éramos, felizes,
alicerçado era o moinho que sobrava sempre após o teu olhar, éramos vento,
tanto vento a soprar
no vento que sempre
acordava, após o jantar.
cidades em cor, sem cor
alguma, a minha pele anémica, mas muito e muito,
muito branquinha, descia
a montanha, e subia
até que o céu o abraçava,
e depois, nem o mar se
via.
no levemente mente a
palavra que quase nunca sente, assente depois de a chuva bater nas mãos de uma
cubata, com telhado de prata, quando o sol poisava sobre o rio.
cidades, albatrozes em
procura na busca de uma seara, de leve em leve, a charrua rasgava os teus
seios, e uma manhã acordava, e uma manhã, se vestia, se vestia e me beijava.
cidades.
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