É da espuma a solidão
Na bruma
O barco que se esconde
numa mão
E da outra mão que fuma
A espingarda é a charrua
No teu corpo desejo apenas
de o sentir
A espingarda também é a
rua
E a flor que não pára de
sorrir
E o corpo amolece a
tristeza
Corre de luar em luar
Depois se perde na beleza
De uma vírgula atrevida
São o teus olhos, meu
amor, a leveza do mar
Quando o mar é o segredo
da vida
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