as rosas de incenso
nas tuas manhãs de
insónia
e te sentas nos braços do
mar
e te abraças à maré
as rosas de incenso
nas janelas do hotel
babilónia
e te sentas nos braços do
mar
e te abraças à maré
as tuas rosas de incenso
num poema sem nome
sem história
sem madrugada
as rosas
das tuas mãos em sílabas
de chamas à fogueira
de incenso
vem da madrugada
o silêncio
as estrelas
a areia de chuva
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