Sonhei-te dançando sobre a
pedra cinzenta, que brinca na aldeia das palavras,
As tuas mãos são, um
livro chorado,
Como as palavras da
aldeia, que morrem, e que fogem da fogueira,
Que também incendeia, o
poema, e a ribeira.
E também a cama da
aldeia, que também foge, de mim
Em mim todas aquelas
montanhas, tantos os limos sobre o rio, e tu,
Dançando, no meu sonhar,
sobre uma cinzenta pedra,
Também ela, uma pedra do
meu sonhar,
Também ela à procura do
mar.
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