15 setembro 2025

O pão salgado

 

Neste sítio, do secreto marujo em busca do pão salgado, outros barcos, em novo mar

Os corpos são pedaços de sombra, estão desertas, as folhas pétalas do teu olhar,

 

O sítio desejo, o depois da aurora, o inverno medo de te amar, outros mares, também, na outra maré de um beijo,

A estrada curvilínea na barcaça que atravessa a alma, se há uma flor encarnada, no teu cabelo,

É porque já é primavera na aldeia…

 

E o sol volta a raiar.

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