Neste sítio, do secreto
marujo em busca do pão salgado, outros barcos, em novo mar
Os corpos são pedaços de
sombra, estão desertas, as folhas pétalas do teu olhar,
O sítio desejo, o depois
da aurora, o inverno medo de te amar, outros mares, também, na outra maré de um
beijo,
A estrada curvilínea na
barcaça que atravessa a alma, se há uma flor encarnada, no teu cabelo,
É porque já é primavera
na aldeia…
E o sol volta a raiar.
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