Sobe a calçada o cacimbo
das dezoito, olha em seu redor as janelas sombreadas, pega em sua mão cada flor
Esconde nos rochedos o
saco das lágrimas
Sobe o cacimbo a calçada
das dezoito, e desce em mim
A noite quase nua e crua
E o cacimbo sem tempo, em
tempo algum, no jardim,
A olhar, o sorriso da
lua.
Sem comentários:
Enviar um comentário