15 agosto 2025

Que te amo, sem saber o nome do mar dos teus olhos

 

Que te amo, sem saber o nome do mar dos teus olhos, que te amo, sem saber que palavra,

Nos teus seios,

Eu escrever, com os meus lábios em fogo,

Que te amo, sem saber a que boca pertence o desejo do meu silêncio,

Da tua boca,

Em silêncio,

 

Que te amo, a cada lágrima assassinada, no oceano dos teus olhos,

Que te amo, a cada palavra escrita neste caderno invisível, aos teus olhos,

Que te amo, a cada flor de mel semeada no teu corpo, de mel,

Que te amo, enquanto a noite brinca no parque infantil das tuas coxas,

E as árvores, são estrelas em papel,

No desejo das tuas coxas,

 

Que te amo, sem o saber,

 

Da tua boca em silêncio.

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