o horror em ser poeta, o desespero, em estar vivo
do silêncio de uma
espada, quase na garganta, e a alegria do homem, quase espuma do destino, quase
barcaça na algibeira do diabo
o corpo que desaparece na
escuridão, na mão de uma lâmpada, a corda de nylon quase que o cega, e quase
que é o vento
cada palavra escrita na
claridade de um beijo…
o horror, a vida em
desgosto, deste agosto
em um inferno
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