O rio rasga a nascente, e
dentro da boca do inferno, há uma janela sem sentido, há uma porta que dá para
as traseiras, e ouvem-se as primeiras chuvas do invisível cortinado, eu
Eu sou um tolo, um
inadaptado, sou talvez um imbecil, um coitado,
Digamos
Que não tenho ninguém com
quem partilhar porque estou contente, e o que interessa se eu estou contente,
ou se choro, ou se
Digamos que,
Sobre a
mesinha-de-cabeira ficará apenas o meu nome, digamos que:
Tudo é um sonho desfeito,
em cada sonho desfeito.
E ninguém, e ninguém quer saber porque hoje estou contente...
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