04 agosto 2025

Cada silêncio do meu sorrir

É quase dia, no teu corpo, meu amor, e a cada grão de areia, um desejo lhe peço, lhe imploro

Que Setembro seja apenas uma lágrima, chorada

Não mais crescida, não mais,

Avistada, nem sonhada

 

É quase dia, nos teus olhos, meu amor (vesgos?), e a palavra de te dizer, não é mais a madrugada, não é mais em teu escrever

É a água semeada, da ribeira até ao lago, e ao mar pertencerá

O meu corpo, e aos teus braços, pertencerá

 

Cada silêncio do meu sorrir.

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