É quase dia, no teu corpo, meu amor, e a cada grão de areia, um desejo lhe peço, lhe imploro
Que Setembro seja apenas uma
lágrima, chorada
Não mais crescida, não
mais,
Avistada, nem sonhada
É quase dia, nos teus olhos,
meu amor (vesgos?), e a palavra de te dizer, não é mais a madrugada, não é mais
em teu escrever
É a água semeada, da
ribeira até ao lago, e ao mar pertencerá
O meu corpo, e aos teus
braços, pertencerá
Cada silêncio do meu
sorrir.
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