O negro trigo luz oceano
mar
Corpo morte seduz o corpo
negro trigo luz
Voz azul palavra
envenenada madrugada do outro lado da rua
Sua voz embargada nada
enquanto houver maresia
Houver lua
Poesia azia manhã sem
acordar
Janela encerrada na
lágrima e o chorar
O negro feitiço trigo luz
oceano mar
Tão mar no amar o mar
Tão mar que é a luz
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