Oiço-te dos olhos que te
envenenam, amo-te
E cada letrinha é uma
janela para o mar,
Cada estrela é o sorriso
da uma alvorada, cada lágrima chorada, foi
E não regressará mais,
Oiço-te dos teus olhos
que semeiam no meu peito, o desejo, desejar-te
Como se fosses uma flor
que escreve no vento, que às vezes chora, que às vezes, tem dor…
E ao ouvir-te, amo-te
Pego na espada do apenas
te querer, porque te quero…
E subo a montanha, só.
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