se o corpo o sente, e do
meteoro da insónia é quase a chuva, sempre que o vento o deseja, do corpo, a
flor de espuma à procura dos teus seios
nos teus olhos, a estrela
manhã de uma sílaba, o corpo mingua entre silêncios e pequenas maresias, a
montanha é uma flecha lançada pelo vento, e contra a nocturna inocência de uma
palavra
o corpo morre na mão de
uma espada.
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