E a noite é uma pedra na mão de uma espingarda, que a lua está quase a correr sobre o rio dos teus seios,
Que há estrelas na boca da chuva, e a palavra manhã quase janela no inferno chão da sanzala
Que o vento não é mais o teu cabelo, de longe vem o mar que assombra a neblina,
Da flor que ainda é menina, e brinca com a lua depois do silêncio luar de uma espada
E a noite é uma pedra na mão de uma espingarda...