se eu escutasse a poesia dos olhos, sentido o esfriar do rio, que sente o voo rasante de uma lágrima
que chora, e que tem frio
que é lua minguante, se
eu escutasse o sorriso dos teus lábios, a cada mar desgovernado, depois da
tempestade, depois de pegar na tua mão
sonhando com o arbítrio
poema do teu corpo, que os meus dedos percorrem
na escuridão de um desejo
que te beijo, e que te
escuto acreditando
escutar a poesia dos teus
olhos
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