o que fazer quando o livro é um disfarçado malmequer pincelado de azul,
o que fazer com a lua, quando o fogo luar do poema é apenas uma palavra,
na nossa cama, quase, quase também mar,
o que fazer com a chuva, quando chegar a noite e o soldado também tem nome, e
fome,
e transporta no silêncio de uma espingarda a lágrima e a água e a madrugada
quase,
quase palavra.
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