quase ao outro dia, se o sente suspenso numa avenida sem janelas, e se ergue da lua a longínqua e triste amargura, se o vive enquanto há chuva, e se ele se perde, depois da morte, depois de todas as estrelas vaiadas e não vaiadas, nuas e vestidas, pedras que são lançadas contra um vestido de chita, pano de mil sabores, e a seara consegue sempre abrir uma janela na primavera de um olhar.
depois foi o dia, que nunca foi o verdadeiro dia, talvez tivesse sido uma quase alegria, depois que tanto chovia, depois
depois eu sabia, que um dia, que este dia…
chegaria,
que este dia sentiria na palma da mão a sangria de um coração e a voz de uma lanterna a chorar…
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