no triângulo dos teus seios, a geometria euclidiana, tão distante da pedra
tão fundo, cada mais
longe e depois
depois a serra, depois a
madrugada, às vezes
vestida,
despida,
às vezes, nada
e há na mão de uma
espada, a palavra
o sangue em pó, quase
florescente silêncio
da alma de uma auréola e
dito que nunca, nunca foi barco, e também chorava, e também sonhava,
que depois de ser barco,
tudo podia ser…
menos, ser nada vestido
de gabardine, lendo o jornal do ano anterior, e comendo bananas que trouxe de
áfrica e que ainda guarda dentro da gaveta da secretária,
uma gaveta quase vazia, e
tão otária
às vezes tem vómitos,
diarreia, mas logo passa
e claro,
nunca, ou quase, passa
disso
refiro-me à secretária,
claro
claro que sim, adiante,
que atrás vem gente (como diz a amiga cláudia sempre feliz)
no triângulo dos teus
seios, a geometria euclidiana, tão distante da pedra
tão fundo, cada mais
longe e depois
depois a serra, depois a
madrugada, às vezes
vestida,
despida,
às vezes, nada
tão nada, que um dia
quando acordou, a lua, vejam só, a lua estava sentada, estava nua, e muito
pior…
lia poesia.
poesia.
dia.
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