de quase aqui, enquanto
sinto o frio destino de uma lâmpada depois da fotografia, onde mordiam os
calcanhares, nuvens e milagres, desceu às profundezas do libério, que se dita e
a escrita, a maré sentindo, também a alegria de um palhaço,
também o outro destino, o
de um circo, que parecendo anedótico, era rectangular e tinha uma piscina
olímpica, nas traseiras, junto ao posto da guarda nacional republicana,
literalmente, ela não
queimou cinquenta e seis euros, literalmente, e às vezes, o céu é também
quadriculado, que às vezes também, vem ter com ele um velho cacilheiro, depois
era a chuva, quase nua, quase despida e despedida, e novamente admitida,
e agora, ela também nua
ela também despida,
sentindo o peso da lua nas pálpebras de um beijo, também daqui, ali enquanto o
albergue se perfila e marcha em direcção aos aposentos do senhor e do grande,
altistíssimo
comandante deste pobre
navio
e que navio, meu deus
e que navio, tão velho e
ferrugento, que era tão belo, que era tão um só corpo, e hoje são pedaços e são
sucata, bocadinhos de
pele na superfície de marte, do outro lado da rua, saturno quase mingua, quase
desmaia, quase
quase sempre, a lua, a
chuva, novamente a chuva e o vento…
e novamente,
navio
e novamente encanto,
depois é rio e desalento,
e depois
outra vez navio, e
novamente encanto.
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