à tua boca lhe peço sossego, ao medo admito ter se a noite não me pertence,
se depois do dia, uma criança vence a flor mais alta da lua,
eu serei uma janela composta por quatro lâminas de esperança, eu serei um pássaro vestido de luz,
à tua boca quase espuma, e que incendeia a rua mais bela
da aldeia,
à tua boca lhe peço, lhe imploro
sossego depois vento,
e depois do vento,
eu pertenço à tua boca…
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