um pouco mais de azul depois da chuva, e sobre a mesa a primavera clandestina que apenas o calendário nocturno consegue acreditar,
que há estrelas que apenas servem para arder no inferno.
se um corpo se suicida, se uma árvore constrói na alvorada silêncios de papel, se é um pouco mais de azul arrogante, distante do destino
quase uma lâmpada de néon descendo do corpo.
um pouco mais de mar, e depois da chuva fica a escura lágrima de cetim, a flor se veste de razão, os olhos são duas pedras negras como o fogo, depois da chuva
a outra palavra enterrada na quase manhã…
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