escrevo-te nesta perspectiva folha branqueada que um dia o rio também seja o dia de luz quando chegar a noite, que um dia, esta pequenina folha de amarrotado papel de embrulho,
seja também gente, e que o rio também sente
o dia luz de um olhar.
que o passado seja apenas entulho
lápis de cor na boca do sol, se te escrevo nesta perspectiva folha branqueada, de triste papel; antes que acorde o dia.
se também ausente o rio das lágrimas que foram tantas e que amanhã
são estrelas de um novo sonhar.
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