o rio de luz quando o livro é um círculo quase mel, e os teus lábios estão dentro de uma caixa de espuma, há um abraço do outro lado do poeta, também ele luz também ele, espelho
no sonhar do desejo mar.
também ele espuma quase pássaro na mão do sol e se esconde no chão da casa, abre a porta e abre todas as janelas e abre todas as palavras,
e acorda o poema para a lua, e são felizes as madrugadas.
e acorda o poema para a vida. é uma pedra na estrada, foi antes, uma fraga,
é uma casa que voa sobre o rio e sobre o mar, era apenas um olhar, hoje talvez seja o dia, talvez, seja nada.
e este rio que não pára de crescer, que é a luz e que é o viver, e a estrada quase também palavra quase também luz...
e outra palavra que brilha no meu olhar, e este rio é um abraço apertado para o dia, é o poema e é também pássaro e é também um sorriso lindo de alegria.
este rio é poesia que se ergue da chuva e traz do outro lado da lua, um outro dia.
este rio é uma nova vida!
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