andávamos sobre o vento destino de uma laranja, acordávamos depois da chuva adormecer sobre um livro de poemas,
e não sabíamos que o silêncio é um esconderijo rio descendo a calçada,
era gente que nos aplaudia, era gente que mente, e não o sabia
andávamos sobre o vento destino de uma laranja, em três pedacinhos circulares como o mel, doce como a primavera, alegre
como os pássaros de um sonhar,
como as palavras de um outro escrever…
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