31 dezembro 2024

Último poema do ano

Que seja o frio, quase rio no teu seio doirado

que seja o vento, os teus lábios encarnados

sobre a asa de papel do pássaro menino

que os teus lábios tenham sempre o mel

e os teus olhos,

o mar destino.

Que seja o fogo a tua boca em delírio

que seja a lua o primeiro beijo da noite

que seja o rio no teu seio doirado

a canção do vento no vento soprado.

Que seja o mar dos teus olhos

os olhos da manhã ao acordar, que seja o rio

do teu seio doirado

o alegre destino do menino sentado… 


Bom ano!


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